“Uma vez sentada em um desses bancos da vida encontrei uma senhora tristinha chamada saudade, ela me contou da sua vida de inverdades. Me disse que o mágico abandonou a bailarina por pura luxuria, nem era amor que ele sentia pela fada vazia. Me contou a história de amor que com tanta presença da Dona Saudade se desmanchou. Ela me disse com os olhos vagos na minha tarde vazia: “Pois é menina, eu sou um ser que anda sozinho, nessa grande escalada da vida, só eu mesma conheço o sabor amargo do meu próprio nome na minha estrada vazia.”.”
(Diários de Primavera)

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